segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

VI Prêmio Prefeito Empreendedor do Sebrae


Por falar em desenvolvimento quero parabenizar e agradecer, também, o SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que foi muito importante para estimular essa visão de transformação de Itapetininga com fundamento na educação empreendedora, na capacitação profissional e no apoio ao micro e pequeno empreendedor.
No link abaixo você pode ver um vídeo produzido pelo SEBRAE sobre o projeto de Itapetininga que foi o vencedor nacional na categoria Educação Empreendedora e Inovação do VI Prêmio Prefeito Empreendedor.
Obrigado a todos que nos auxiliaram, colaboraram e participaram dessa conquista!


Indústria de leite em Itapetininga da Castrolanda e Batavo


A 1ª fase da construção da nova indústria de leite em Itapetininga pelas Cooperativas Castrolanda e Batavo em Itapetininga está em ritmo acelerado. Com um investimento de aproximadamente R$ 120 milhões, a fábrica já iniciará fazendo o beneficiamento de um volume de 500 mil litros de leite/dia.
A fábrica da Castrolanda/Batavo em Itapetininga deve gerar cerca de 250 empregos diretos e outros 1.260 indiretos, além de incentivar a produção de leite na região, beneficiando, também, os produtores rurais.
O protocolo de intenções para a vinda desta importante indústria foi assinado em 2012, no último ano de nosso mandato como Prefeito de Itapetininga. Agradeço aos sócios, diretores e demais colaboradores das Cooperativas Castolanda e Batavo por acreditar em Itapetininga; ao Governo do Estado e à agência Investe São Paulo pelo apoio e incentivos; à equipe da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento pelo incansável trabalho; a todas as empresas e colaboradores que estão trabalhando no projeto e na construção da fábrica, muito bem feita por sinal.
Um agradecimento especial ao Senhor Faia, antigo proprietário do imóvel, que compreendendo a importância desse empreendimento para o desenvolvimento de Itapetininga e região permitiu e viabilizou a negociação do terreno escolhido pela Castrolanda/Batavo, o que foi imprescindível para a decisão final da instalação da nova fábrica em Itapetininga.
O investimento em educação foi acertado. Deixamos uma boa semente e estou muito feliz em ver o resultado de nosso trabalho: mais empregos, mais desenvolvimento e melhor qualidade de vida para todos. Ganhamos um grande presente o início de 2014!
Obrigado!


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

ENTREVISTA DO EX-PREFEITO ROBERTO RAMALHO AO "NOTICIDADE"

Essa é a entrevista que dei ontem ao "Noticidade", do SBT de Sorocaba, durante a coletiva para a imprensa na qual prestei esclarecimentos sobre o SAS.
ESCLARECIMENTOS SOBRE AS CONTAS DE 2010 DA PREFEITURA DE ITAPETININGA

Algumas pessoas que encontrei hoje perguntaram sobre as Contas do ano de 2010 da Prefeitura de Itapetininga que foram encaminhadas pelo Tribunal de Contas do Estado-TCE para a Câmara Municipal. As contas de 2011 foram aprovadas pelo TCE e a Câmara de Itapetininga por motivos políticos reprovou as mesmas. Já nas Contas de 2010, numa explicação muito simples, o TCE entendeu que algumas despesas que a Contabilidade da Prefeitura classificou como da educação, não o eram, razão pela qual o índice de aplicação no ensino que deveria ser de 25% foi de 24,87%, única razão da reprovação das contas. Imagina-se que esse mesmo problema irá ocorrer este ano com a atual gestão, já que até o dia 24/11, a Prefeitura tinha um saldo total em caixa, de R$ 117.469.246,07! Quem desejar informações precisas pode ler a decisão do TCE no link a seguir: http://issuu.com/robertoramalho/docs/contas_2010-prefeitura_itapetininga. Obrigado

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Entrevista Coletiva

Após algum tempo sem poder acessar o blog, hoje aproveito esse espaço para esclarecer algumas questões sobre o SAS, inclusive do envolvimento do nosso nome e da exploração política-eleitoral sobre o assunto. Para isso, junto a nota que encaminhamos aos órgãos de imprensa que estiveram presentes na entrevista coletiva. 
Continuem visitando nosso blog e nossa página no Facebook.

"Em entrevista coletiva nesta tarde, em Itapetininga, o ex-prefeito da cidade, Roberto Ramalho, esclareceu questões relacionadas ao SAS—Sistema de Assistência Social e Saúde—responsável pela administração do Hospital Regional de Itapetininga, entre 2005 e 2012. O SAS é alvo de investigações do Ministério Público, por meio do GAECO, que resultaram na Operação Atenas, em que 61 pessoas (10 delas são de Itapetininga) foram apontadas como suspeitas de envolvimento em um esquema de desvio de dinheiro público, sendo que um dos nomes citados foi o do ex-prefeito da cidade.
Roberto Ramalho Tavares repudia veementemente a tentativa de envolver o nome dele em suspeita de irregularidades que pesam contra agentes políticos, servidores e/ou funcionários públicos municipais, supostamente envolvidos no caso do SAS - Sistema de Assistência Social e Saúde, pois acredita que o objetivo é única e exclusivamente atingir a imagem e a honra dele.
O ex-prefeito ressalta que a existência de documentos unilaterais, utilizados pelo Ministério Público para ofertar a denúncia jamais podem ser considerados como prova de que o ex-prefeito tenha recebido alguma vantagem ilícita proveniente do esquema “SAS”. “Declarações unilaterais, de proveniência duvidosa jamais podem ser aceitas para embasar qualquer processo, nem para acusar alguém de algo que não cometeu”, diz o ex-prefeito.
Ramalho informa que sempre colaborou com toda e qualquer investigação sobre o SAS, mesmo antes de qualquer denúncia ser levada ao Ministério Público, inclusive apoiando a abertura de uma CEI – Comissão Especial de Inquérito – pela Câmara Municipal, para investigar os responsáveis pelo suposto ilícito. E, antes mesmo do Ministério Público, já havia tomado providência e solicitado investigação, quando tomou ciência de supostas irregularidades. Ele destaca que as investigações do GAECO só puderam começar a partir desse levantamento de irregularidades referentes a contratação de consultorias, feito pela própria administração municipal,  por meio da Comissão de Acompanhamento do Contrato do SAS, constituída por funcionários municipais.
O levantamento de irregularidades estava sob inteira responsabilidade da própria Secretaria de Saúde de Itapetininga. De acordo com Ramalho, em nenhum momento o ex-secretário de saúde, Geraldo Macedo, o procurou para falar do conteúdo do relatório e foi iniciado um procedimento interno para averiguar a possibilidade de negligência e prevaricação por parte do ex-secretário. Esse procedimento foi encaminhado ao GAECO no fim de 2012 contendo provas de que Macedo não fala a verdade, pois em entrevista a uma TV local, 4 meses antes de ser exonerado, disse que estava tudo certo com o contrato da prefeitura com o SAS. No entanto, após a exoneração do ex-secretário por motivos políticos, o que também é comprovado no mesmo documento, ele encaminhou o processo ao Ministério Público.
À época desse trabalho da Comissão de Acompanhamento, a preocupação era com a prestação dos serviços e com o valor pago e/ou repassado pela Prefeitura ao SAS e as informações disponibilizadas pela Secretaria de Saúde do Município eram de que os serviços eram prestados conforme contratado, ou seja, que as metas de atendimento e a prestação de serviços médicos estabelecidos no contrato de atendimento eram cumpridas pelo SAS. Além disso, outra informação que era dada ao prefeito era de que os recursos repassados ao SAS eram inferiores aos repassados a outras instituições que operavam hospitais de porte semelhante ao de Itapetininga, ou seja, o SAS cobrava “mais barato” do que as demais instituições. Como a informação enviada ao ex-prefeito era de que os recursos repassados eram inferiores quando comparados com hospitais semelhantes, não lhe ocorreu a possibilidade de haver desvio de recursos. Nem o ex-prefeito e nenhuma das demais instituições envolvidas na fiscalização imaginaram que o problema era muito mais grave e ia além da contratação das consultorias, o que somente pode ser descoberto com o poder e os instrumentos de investigação que o GAECO dispõe.
“Assim, parece que muitos de nós fomos enganados e levados a crer que o problema era apenas relacionado a irregularidades na prestação de contas, quando na verdade era muito diferente, envolvendo desvio de recursos e outros. Dessa forma, juntamente com toda a população, também somos vítimas”, disse o ex-prefeito.
Imediatamente após a ação do GAECO na Prefeitura ocorrida, no final de 2012, e contando apenas com as informações oferecidas pela imprensa, ou seja, apesar do total desconhecimento do teor das investigações, mas unicamente pelas notícias e reportagens sobre o assunto e temendo o prejuízo e a interrupção dos serviços de saúde oferecidos pelo Hospital Regional, a Prefeitura de Itapetininga foi a única instituição que determinou a imediata suspensão do contrato com o SAS. Além disso, o ex-prefeito determinou outras providências para a apuração de responsabilidades que, estando em final de mandato não puderam, evidentemente, ser concluídas.
 “Não temos o que esconder e nossa função quando estamos à frente da prefeitura é contar com o trabalho dos demais órgãos fiscalizadores, pois somos ineficientes nessa tarefa sozinhos. Inclusive, nesse caso, para que não pairem quaisquer dúvidas sobre nossa atuação ou comportamento, desde que fomos chamados para colaborar e como forma de isenção e de honradez, colocamos à disposição aos integrantes do GAECO nosso sigilo bancário, fiscal e patrimonial, pois quem não deve não teme”, disse o ex-prefeito de Itapetininga.
Ramalho ainda acrescenta: “todos que nos conhecem, inclusive os diversos empresários que realizaram negócios e investimentos em nosso município ou mesmo os diversos fornecedores, sabem e podem atestar que sempre orientei que os funcionários e servidores prefeitura de Itapetininga estavam lá para servir e não “se servir”, de forma que não é admissível o oferecimento de qualquer vantagem para a obtenção de serviços de responsabilidade da Prefeitura, ou seja, nada de criar dificuldades para obter facilidades”.
Para o ex-prefeito, o caso do SAS é muito sério e complexo, por isso precisa ser apurado com rigor e os verdadeiros responsáveis devem ser punidos.
De outro lado, é sabido que a imprensa tem noticiado que o ex-prefeito, Roberto Ramalho, tem sido convidado para disputar uma vaga de deputado federal nas próximas eleições e a alusão do envolvimento de seu nome com as irregularidades do SAS nesse momento, pode esconder, na verdade, interesses políticos da pior espécie, para serem explorados eleitoralmente, pois seus adversários sabem – e a história comprova – depois que se lança uma mentira é muito difícil e demora muito tempo para que a verdade se estabeleça. E esse é um dano irreparável.
A diretriz que o ex-prefeito, Roberto Ramalho, passava para todos os integrantes da administração municipal é trabalhar seguindo rigorosamente a legislação, pois não se compactua com coisas erradas, e todos que trabalharam com ele sabem disso. A determinação era que sempre se apurasse com rigor quaisquer irregularidades constatadas e se adotasse as medidas cabíveis com a punição dos responsáveis, e assim foi feito com a abertura de várias sindicâncias e processos administrativos instaurados em diversas áreas e secretarias apurando infrações funcionais e de outras espécies.  Como resultado, funcionários envolvidos em irregularidades foram punidos de acordo com o que estabelece a legislação, com a aplicação de advertência, suspensão e até mesmo a demissão do serviço público.
Ou seja, o incentivo à transparência, à participação popular e a modernização da administração municipal são medidas necessárias para coibir irregularidades e a capacitação, treinamento e a delegação de tarefas para os funcionários, servidores municipais e demais agentes políticos que atuam na administração pública é um reconhecimento de que não se trabalha sozinho, aliás, sem o trabalho efetivo desses servidores é impossível administrar. São eles que executam, acompanham e controlam os contratos e convênios celebrados entre a prefeitura e as demais instituições.
“Essas ações de ordem política, administrativa e gerencial provam e demonstram com clareza nossa intenção cotidiana, durante nosso governo, de moralizar a administração pública. Afinal, se houvesse qualquer objetivo diferente ou dissonante para quê o esforço que fizemos nesse sentido? O caso do SAS indica, contudo, que precisamos nos esforçar ainda mais no combate ao desvio de recursos públicos e à corrupção, que acaba se aperfeiçoando mais rapidamente que os meios de controle e se aproveita das deficiências técnicas e de fiscalização do poder público, razão pela qual apoio as investigações do SAS pelo Ministério Público, porém não concordo com a forma irresponsável com que o meu nome foi envolvido nesse esquema”, acrescenta Ramalho."