O jornal "O Estado de São Paulo" de 12/01, p. A4, publicou matéria dizendo que, com base em recente pesquisa do IBOPE, a taxa de otimismo do brasileiro diminuiu de 72% para 57%. A queda é reflexo de preocupação com a economia.
O Brasil é muito grande e diverso - todos sabem - e existem diferenças regionais importantes no otimismo do brasileiro.
Por exemplo, enquanto que no Norte/Centro-Oeste os otimistas são 67% no Sudeste o percentual é de 47%.
Agora quando se fala de idade e renda os mais otimistas são os jovens com menos de 25 anos (64%) e os mais ricos (72%).
A média mundial de otimistas é de 48%. Apesar da queda, o Brasil ainda ocupa a 7ª posição no ranking das nações mais otimistas e o otimismo do brasileiro é maior do que o dos norte-americanos. Nos EUA só 35% acham que 2014 será melhor que 2013.
A falta de otimismo preocupa o governo. Diz a presidente: "Se mergulharmos em pessimismo e ficarmos presos a disputas e interesses mesquinhos, teremos um país menor". Lembrou, também, de Juscelino Kubitschek, quando dizia: "O otimista pode errar, pode até errar, mas o pessimista já começou errado?
Mas, além da preocupação com a economia, uma outra causa para o aumento do pessimismo talvez seja o fato de que as pessoas estão menos satisfeitas com sua vida. A pesquisa indica que o percentual de brasileiros satisfeitos caiu de 81% para 71%.
E você? Acha que 2014 será melhor que 2013?
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